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sexta-feira, 13 de março de 2020

Canção das Forças Especiais

Em resposta ao clamor do dever Abandono meu lar meu amor O convívio sagrado da prole Repudiando o conforto e o prazer A distancia, a saudade e a dor Me transformam em lobo feroz Rosto negro, olhar de rapina Braço armado que lança o terror Quando a luta cerrar os seus punhos Exigindo o sangue do audaz Quando o medo atingir o mais forte Misturando o pavor com a morte Vai erguer-se um guerreiro do chão Destemido, treinado e leal Vai buscar a vitória final E lutar pelo seu batalhão O silencio das noites escuras Nos garante sigilo total O sabre rubro revela a bravura Inerente ao guerreiro especial As batalhas de Dias Cardoso Líder nato, imortal, varonil Faz de nós orgulhosos soldados (hu, hu, há) Das Forças Especiais do Brasil



Fibra de Herói

Se a Pátria querida for envolvida
Pelo inimigo, na paz ou na guerra
Defende a terra
Contra o perigo

Com ânimo forte se for preciso
Enfrenta a morte
Afronta, se lava com fibra de herói
De gente brava

Bandeira do Brasil
Ninguém te manchará
Teu povo varonil
Isso não consentirá

Bandeira idolatrada
Altiva a tremular
Onde a liberdade
É mais uma estrela
A brilhar

Como cantar?

quarta-feira, 11 de março de 2020

Canção do Expedicionário



Você sabe de onde eu venho?
Venho do morro, do Engenho
Das selvas, dos cafezais
Da boa terra do coco
Da choupana onde um é pouco
Dois é bom, três é demais
Venho das praias sedosas
Das montanhas alterosas
Do pampa, do seringal
Das margens crespas dos rios
Dos verdes mares bravios
Da minha terra Natal
Por mais terras que eu percorra
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Sem que leve por divisa
Esse V que simboliza
A vitória que virá
Nossa vitória final
Que é a mira do meu fuzil
A ração do meu bornal
A água do meu cantil
As asas do meu ideal
A glória do meu Brasil

Eu venho da minha terra
Da casa branca da serra
E do luar do sertão
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão
Braços mornos de Moema
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

domingo, 8 de março de 2020

Canção da Infantaria


Nós somos estes infantes
Cujos peitos amantes
Nunca temem lutar
Vivemos
Morremos
Para o Brasil nos consagrar!

Nós, peitos nunca vencidos
De valor, desmedidos
No fragor da disputa
Mostremos
Que em nossa Pátria temos
Valor imenso
No intenso
Da luta

És a nobre Infantaria
Das armas a rainha
Por ti daria
A vida minha
E a glória prometida
Nos campos de batalha
Está contigo
Ante o inimigo
Pelo fogo da metralha!
És a eterna majestade
Nas linhas combatentes
És a entidade
Dos mais valentes
Quando o toque da vitória
Marca nossa alegria
Eu cantarei
Eu gritarei
És a nobre Infantaria!

Brasil, te darei com amor
Toda a seiva e vigor
Que em meu peito se encerra
Fuzil!
Servil!
Meu nobre amigo para guerra!

Ó! Meu amado pendão
Sagrado pavilhão
Que a glória conduz
Com luz
Sublime
Amor se exprime
Se do alto me falas
Todo roto por balas!